Entre e Fique à Vontade...

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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

Quando me amei de verdade - De Kim e Alison McMillen




Quando me amei de verdade, compreendi que em qualquer circunstância eu estava no lugar certo, na hora certa, no momento exato. E, então, pude relaxar. Hoje, sei que isso tem nome: auto-estima.

Quando me amei de verdade, pude perceber que minha angústia e meu sofrimento emocional não passam de um sinal de que estou indo contra minhas verdades. Hoje, sei que isso é autenticidade.

Quando me amei de verdade, parei de desejar que a minha vida fosse diferente e comecei a ver que tudo o que acontece contribui para o meu crescimento. Hoje, chamo isso de amadurecimento.

Quando me amei de verdade, comecei a perceber como é ofensivo tentar forçar alguma situação ou alguém apenas para realizar aquilo que desejo, mesmo sabendo que não é o momento ou a pessoa não está preparada, inclusive eu mesmo. Hoje, sei que o nome disso é respeito. 



Quando me amei de verdade, comecei a me livrar de tudo que não fosse saudável: pessoas, tarefas, tudo e qualquer coisa que me pusesse para baixo. De início, minha razão chamou essa atitude de egoísmo. Hoje, sei que se chama amor próprio.

Quando me amei de verdade, deixei de temer o meu tempo livre e desisti de fazer grandes planos, abandonei os projetos megalômanos de futuro. Hoje, faço o que acho certo, o que gosto, quando quero e no meu próprio ritmo. Hoje, sei que isso é simplicidade.

Quando me amei de verdade, desisti de querer sempre ter razão e, com isso, errei menos vezes. Hoje descobri a humildade.

Quando me amei de verdade, desisti de ficar revivendo o passado e de me preocupar com o futuro. Agora me mantenho no presente, que é onde a vida acontece. Vivo um dia de cada vez. Isso é plenitude.



Quando me amei de verdade, percebi que minha mente pode me atormentar e me decepcionar. Mas quando a coloco a serviço do meu coração, ela se torna uma grande e valiosa aliada. Tudo isso é saber viver !

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Pobreza Material X Pobreza de Espírito

Texto de Eduardo Marinho adaptado por mim e para mim...


A situação de pobreza sempre me intrigou, a miséria me choca. Sinto um certo constrangimento inexplicável do meu “falar correto”, das minhas roupas limpas, dos meus dentes tratados. Não que desejasse abrir mão da minha situação. Mas por quê a maioria das pessoas não tem? Uma sutil sensação de injustiça sem me sentir claramente culpada, apenas constrangida com o que parecem privilégios nesses momentos, mas que tinham se incorporado em mim como o mínimo necessário.

Não podia achar aquilo natural e inevitável, como me diziam e se acreditava à minha volta. Na verdade, fugia-se do assunto. Eu fui muitas vezes considerada chata por querer falar do assunto.
Meu desconforto é moral, causado pela situação, pela ligação direta do consumo, da ostentação e do luxo com a criação da miséria absoluta, da sabotagem na educação, na informação, nos serviços públicos, com a falta de sentido na vida das pessoas – da miséria à pobreza e às classes intermediárias. Estes são meus sentimentos, meus pensamentos e minha visão de mundo.

Desenvolvi afeto e solidariedade com as pessoas em situação injusta. Não posso gostar ou desejar luxos, excessos, ostentações e desperdícios. Na minha visão, são expressões de grosseria moral e espiritual, de insensibilidade, de egoísmo, indiferença, enfim, de desumanidade, disfarçada com requintes de sofisticação. Para olhos mais solidários, de quem se sente parte do grande grupo humano ou além, da coletividade planetária, tais finuras e sofisticações são apenas uma capa frágil da sua real situação moral, de um ridículo inevitável e notória nocividade para a sociedade como um todo.

 Não se trata de condenar ninguém, mas de perceber com olhos próprios e refletir sobre o que se vê. E como e em nome de quê se vive.


sábado, 7 de janeiro de 2012

...



Aceito o que vier da vida, seja saúde, seja doença, alegrias ou tristezas.
Há sentido em tudo e também aprendizado. 
Só não aceito fraquejar, já não me permito mais isso, e graças a Deus nem consigo.
Encaro o que tiver que encarar com fé, coragem e força, pois sei que aqui estou de
passagem e esta é apenas uma etapa do infinito da minha existência... 

Cris Nunes