Entre e Fique à Vontade...

Entre e Fique à Vontade...

sábado, 6 de novembro de 2010

Viva!!! Manual Básico para o Bem Viver...

Por Cris Nunes

Pra começar que tal um sorriso? Ele abre as portas, energiza a alma e quebra qualquer negatividade... Alíás, sorriso deve vir de dentro e isso quer dizer pensar positivo, sempre. Expulse todo e qualquer pensamento ruim que vier à cabeça. Não permita que ele entre, ok?



Ame, primeiro você, pra conseguir amar os outros. Respeite-se, isso inclui corpo, cabeça e coração. Não se acostume com o que não te faz bem, há algo errado nisso. Agrade-se, com as músicas que gosta, com as flores que gosta, com as cores que gosta, com um presente que deseja... Agradeça, por tudo e por todos. Converse com Deus sempre, amigo melhor não há. Separe pelo menos 30 minutos do seu dia para ficar em silêncio, silencie a sua mente e não apenas a boca a não ser que seja para repetir um bom mantra.

Beba bastante água, beba vinho também. Uma taça se estiver sozinha, uma garrafa se estiver acompanhada, ou duas, quem sabe rs. Embriague-se pela vida, pela natureza, pelas pessoas e pela riqueza da diversidade que há em tudo... Apreciar a vida, a natureza, as pessoas, nos aproxima de Deus.

Movimente-se, corra, pedale, nade, patine, dance, cante, jogue, viaje, escale, leia, escolha os que mais lhe agradam. Ria, ria de você, da vida, do que você não pode mudar... E mude, tudo o que seu coração mandar: o visual, o humor, o emprego, a rotina, a cidade, o colchão, os móveis de lugar, o caminho do trabalho, o braço do relógio, o tamanho da saia, as companhias.

Coma bem, o necessário para nutrir-se. Isso quer dizer comer com qualidade. Evite tudo que é artificial, frito ou açucarado demais. Abuse de frutas e verduras, carnes magras, castanhas, grãos, tudo de soja, já batata, é dispensável. Mastique devagar. Quando comemos demais lá no fundo sabemos que o que queremos nutrir não é o corpo e sim a alma... Comer, assim como diversos outros hábitos, pode ser uma refúgio, uma fuga. E assim comemos pra preencher um vazio que comida não preenche. Que tal nutrir também a mente com um bom livro?

Evite excessos, qualquer tipo de excesso: dormir demais, malhar demais, comer demais, namorar demais, beber demais, falar demais, sair demais, trabalhar demais, rezar demais, rigor demais, seriedade demais, rir demais... Busque sempre o equilíbrio.

Não fume, não julgue, não fofoque, não reclame... Por experiência própria, com exceção de fumar que tenho certeza que não presta sem provar, dos outros posso falar com propriedade.

E não espere!
Não espere a vontade chegar para se levantar
Não espere um sorriso para sorrir
Não espere adoecer pra cuidar de você
Não espere a tristeza para buscar Deus
Não espere ser amada por todos, ame todos
Não espere engordar pra alimentar-se bem
Não espere um grande amor para ser feliz
Não espere que façam por você, faça você...
Entre esperas e esperanças esperamos sempre o mesmo...
E o que só encontraremos em nós mesmos... FELICIDADE.

"Metalinguageando..."


Sem saber o que escrever estou, mas com uma vontade louca escrevo, me faz bem. Escrevendo me sinto acompanhada por mim, conversando comigo. E gosto. E no meu monólogo, enquanto vou tentando  buscar o que escrever, sinto uma pergunta lá no fundo. Por que  escrever sem ter o que escrever? Ainda não descobri, mas sei que sempre quando sinto esta vontade tem uma coceirinha interna, uma vontade de não sei o quê... Ainda não desvendo por completo meus mistérios, só sei que existem. Nem sei o que me faz sentir essa vontade de escrever sei lá o que. Só sei que sinto...




  Cris Nunes

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Buscando o Sentido...

Por Cristiane Nunes

Às vezes a vida parece não ter sentido. Falta algo pra nos sentirmos satisfeitos, completos. E não é por falta de amigos, família, namorado, dinheiro ou saúde. É por falta de sentido mesmo. A vida parece ser uma boca com saliva insuficiente para valer a pena engolir. Peixe fora d'água, entende?
Mas, não estamos aqui por acaso...  Sabemos que não estamos nessa vida a passeio apenas, todos temos uma missão. Se em alguns momentos a vida parecer inútil e sem sentido, devemos buscá-lo. Temos por dever buscar o sentido para a vida. E não devemos descansar enquanto não o encontrarmos. Talvez, quando encontrarmos, vamos descansar menos ainda, mas estaremos cansados e felizes. Nem adianta pensar que o sentido virá quando comprarmos o carro dos nossos sonhos, ou quando estivermos no emprego que queríamos,  quando adquirirmos a  casa própria,  quando fizermos aquela viagem ou conquistarmos aquela pessoa. Não, definitivamente, não. O sentido independe dessas "coisas", que são sim importantes, mas não são garantia de preenchimento interior, se é que podemos chamar assim. É que o sentido não vem de fora pra dentro. Ele é sutil e ao mesmo tempo intenso. E se você pensa, que quando encontrá-lo, estará pleno e absoluto, desista! É preciso foco e muita dedicação para não perdê-lo de novo.
Auto conhecimento é um grande passo. Naturamente, virá o auto-respeito. Sem ele não há sentido, literalmente. Entender por que somos assim ou assado, por que sentimos, agimos e reagimos do nosso jeito, são peguntas indispensáveis para nos conhecermos melhor. E assim estaremos mais perto de nós mesmos e consequentemente de Deus. Então, as coisas começarão a fazer sentido e o sentido começará a se fazer presente, como um presente que ganhamos da vida, cada vez mais presente!!!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

O Caminho da Espiritualidade

Por  Rakel Possi

Trilhar o caminho da espiritualidade exige ousadia e coragem. Precisa-se abandonar o mundo das ilusões, no qual vivemos e convivemos, e entrar no mundo da Verdade que, por melhor que seja, ainda nos é desconhecido. E para fazer esta viagem iniciática precisamos nos munir de coragem, bastante coragem, porque teremos que abandonar muitas coisas nas que acreditamos, e nem pensamos mudar, para entrar no verdadeiro mundo espiritual. Podemos diferenciar dois tipos de espiritualistas: o teórico, aquele que já leu todos os livros, decora o nome de todos os gurus e sabe, de acordo com ele próprio, a resposta para todos os problemas; e o espiritualista realista e iniciado. É claro que é muito mais fácil falar dos Mestres, procurar fazer rituais cheios de mistificação, viajar a lugares longe, mas não tanto que os afastem do celular e da internet. Há os que nem entram no caminho e procuram justificar seus medos: sinto que ainda não estou pronto; acho a vida espiritual maravilhosa, mas não é para mim ainda, primeiro quero resolver outras coisas ... E por ai vai! Estes vão atrás das miragens dos magos de plantão que prometem soluções em curto tempo esquecendo do tempo de vida que já tem. Mas quem quer entrar, de fato na vida espiritual ...ah, estes sim terão muito trabalho! Porque ser espiritualista é trabalhar lado a lado com as pessoas, pensar seriamente no que se faz e principalmente no que deve se deixar de fazer. É saber escolher o momento para usar o livre arbítrio e o de deixar que a Vontade Superior se manifeste. A vida espiritual não requer pequenos e fáceis esforços, pelo contrario, se quiser crescer: Trabalhe! Cave a abertura da sua caverna interna e saia, mexa-se até a abertura da mesma para ver a Luz. Seus guias espirituais entregam as ferramentas em suas mãos, mas não cavam por você. O abrir as portas é individual, único para cada um. Não se iluda procurando se encontrar em grupos diferentes, que detém as respostas de tudo com facilidade e que passam a mão na cabeça dos que erram dizendo é por aí mesmo, irmão... Procure refletir sobre a vida e ação dos Mestres e verá que todos Eles não tiveram uma vida fácil. Foi preciso que abandonassem a vida que levavam para entrar, de cabeça, na espiritualidade e seguirem seus ideais. Foi assim com Jesus, com Buda, com Francisco de Assis. A falsa espiritualidade lhe da a teoria que é encontrada nos livros. O verdadeiro Mestre o levará a arriscar-se, a não temer, a ser ousado. Nesta vida escolhida não há fracassos, há aprendizagem; o sofrimento pode ser transformado em amor; as mágoas em perdão; as decepções em crescimento, mas tudo conscientemente, de coração e mente. Não porque alguém lhe diz que tem que ser assim, mas porque lhe mostram e lhe fazem aprender, na prática, que assim é possível e é sempre melhor. Esta é a verdadeira alquimia: transformar a pedra bruta que somos em diamantes puríssimos. Trabalhe! Escolha o que quer ser e siga a trilha. Certamente todos seus guias espirituais estão a postos e colocarão as ferramentas perto seu, bem perto, para que possa segurá-las firmemente e cavar, cavar, até que num ponto luminoso apareça a Grande Luz!

                                                                     

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

"Mantenha seus pensamentos positivos porque seus pensamentos tornam-se suas palavras. Mantenha suas palavras positivas porque suas palavras tornam-se suas atitudes. Mantenha suas atitudes positivas porque suas atitudes tornam-se seus hábitos. Mantenha os hábitos positivos porque seus hábitos tornam-se seus valores. Mantenha seus valores porque seus valores.....tornam-se seu DESTINO."

                                                                           
                                                          Mahatma Gandhi


                                                                                                

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

A Vida em Equilíbrio

Charles Hogg explora os segredos de manter equilíbrio na vida


Alguns incidentes durante a nossa infância deixam impressões muito profundas. Recordo-me de um programa de televisão exibindo um equilibrista numa corda bamba cruzando as Cataratas do Niágara. Fiquei fascinado com a forma como ele colocava cuidadosamente um pé depois do outro, num estado de concentração total. Às vezes ele parava para se re-equilibrar e reavaliar sua posição. Um pequeno deslize ou leve desequilíbrio e ele poderia ter caído centenas de metros nas turbulentas e brancas águas abaixo de si. Era de tirar o fôlego.

Alguns de nós sentimos que a vida é semelhante. Achar nosso equilíbrio interno enquanto vivemos entre diversos extremos, como o equilibrista na corda bamba, pode ser precário. Pode criar uma enorme tensão. Vivemos num mundo de dualidades e a todo o momento temos de tomar decisões sobre onde ficarmos entre tantos extremos. Eu deveria tolerar a situação em silêncio ou deveria enfrentá-la expressando como realmente me sinto? Será que estou partindo de um ponto de auto-respeito ou simplesmente estou sendo arrogante? Estou sendo egoísta ou sensato ao importar-me com minhas próprias necessidades? Quando devo deixar que as coisas aconteçam e quando devo forçar o que eu desejo?

A filosofia taoísta expressa esses dilemas no seu milenar símbolo “Ying Yang”. Praticamente a todo segundo enfrentamos a dualidade dos opostos. Infelizmente não há nenhuma fórmula para encontrar o equilíbrio certo. Cada situação requer uma mistura diferente de forças aparentemente opostas diametralmente. Algumas situações exigem que sejamos totalmente assertivos e que nos expressemos exatamente como nos sentimos. Outras exigem que deixemos a situação fluir por si, satisfazendo necessidades e desejos dos outros, e ainda, em algumas situações, necessitamos de uma mistura entre essas duas possibilidades. Cada situação depende da nossa habilidade de visualizá-la objetivamente e ter o discernimento sobre o caminho do meio. Em minha experiência, o meio termo, o caminho do meio, supõe achar um ponto de silêncio do qual observo todas as marés de influências e opiniões. Desse ponto vejo com clareza o caminho que preciso seguir.

A maioria de nós acha a vida um malabarismo constante no qual tentamos cumprir muitas responsabilidades diferentes. Primeiramente, para nossa família e amigos – a maioria de nós sente os relacionamentos como a prioridade mais alta. Em segundo lugar, nossas responsabilidades com a carreira escolhida. Em terceiro lugar vêm nossos outros interesses, como serviço comunitário, esportes ou nosso próprio divertimento. Negligenciar um deles pode gerar estresse.
O maior estresse não vem do excesso de trabalho, mas da preocupação de estarmos negligenciando uma área de nossa vida. É de conhecimento geral que “workaholics”, freqüentemente brilhantes no seu campo de trabalho, utilizam esse mesmo trabalho para escapar de áreas de suas vidas que acham difíceis. Talvez conflitos em casa, ou até mesmo uma falta de auto-estima. Ir para um extremo normalmente é sinal de tentar acobertar uma carência em outra área. Parece que buscamos aquilo em que somos bons, mas muito habilmente criamos nossa vida de modo a evitar o que nos desafia ou que achamos difícil. Um renomado orador público certa vez me disse que tinha muita confiança para enfrentar uma multidão, mas numa conversa face a face freqüentemente se sentia totalmente inadequado, e assim, evitava esse tipo de contato. O resultado, desequilíbrio!

Comecei a praticar meditação quando eu tinha pouco mais de vinte e um anos. Um dos benefícios maravilhosos da meditação que descobri era a arte de me ver objetivamente, como fazendo parte da audiência que assistia meu próprio desempenho no palco. Assistindo-me, pude ver como estava tentando agradar os outros arduamente, comprometendo constantemente o que realmente eu queria ou necessitava. Era mais importante buscar respeito dos outros que de mim mesmo. Resultado... mais desequilíbrio.

Então, tenho responsabilidades sobre mim mesmo, e o que é isso? Quantos de nós alcançam um ponto onde a ansiedade em fazer malabarismos com nossas diversas responsabilidades alcançam extremos. Freqüentemente é nesse momento que reavalio as minhas prioridades. Hugh Mackay, um pesquisador social australiano, descreveu os anos 80 como os "ansiosos anos 80”. Ele observou que muitas pessoas estavam optando por uma "viagem interna"; uma mudança total de atitude onde uma pessoa começa a olhar internamente para solucionar a ansiedade e o extremismo. Culpar os outros ou as situações é o caminho da ilusão. Assumir a responsabilidade de como me sinto é o caminho verdadeiro. Eu não resisto aos desafios que a vida me traz e nem sou subjugado por eles.

Mas como encontrarmos nosso ponto de equilíbrio em cada situação?

Precisamos estar totalmente fora da influência, opiniões e até mesmo percepções passadas e adotar a "visão de helicóptero". Desse ponto, “visto do alto”, podemos ver o quadro inteiro com clareza. Desapego sempre foi a marca dos grandes pensadores, porque apenas quando vemos a situação como um observador desapegado percebemos a verdade real. Caso contrário, nossas emoções, desejos ou apegos cobrem essa clareza de nuvens. O desapego é muito necessário para encontrar o verdadeiro equilíbrio, mas muitos de nós podem tender a sentir isso como algo frio e distante. É por isso que o primeiro e principal equilíbrio é amor e desapego.

Amor é a maior necessidade. Aqueles que sempre expressam o seu amor com uma motivação pura, sempre sentem-se cheios de amor. Mas, para verdadeiramente estar amando, precisamos de desapego. Quando estamos desapegados não ficamos irritados ou afetados pelas ações dos outros, e assim, podemos manter nosso amor. Nosso amor não é condicional às respostas deles. Não estamos comercializando no “negócio de amor” que diz, “Se você fizer isso, só então você receberá meu amor...”

Algumas vezes temos de mostrar apoio e amor total, mas em outras ocasiões temos de dar um apoio oculto, permitindo que o outro se levante com seus próprios pés. Aí nosso desapego toma a forma de respeito em que o outro pode realizar sem nossa ajuda. Ser amoroso e desapegado é como uma proteção de diferentes influências e ambientes em que os humores, imperfeições e percepções dos outros não conseguem perturbar nossa clareza.

A prática da meditação nos leva naturalmente para a ‘visão de helicóptero’. De lá você pode ver o quadro completo e se tornar uma pessoa mais equilibrada. Algumas das áreas nas quais você encontrará equilíbrio são:

Análise e Aceitação

Algumas situações requerem análise clara, mas apenas a análise não finaliza o assunto. A mente fica repetindo os eventos, uma vez, outra e novamente e ficamos tentando manter nossa objetividade. Mas a aceitação pode clarear os sentimentos subjetivos e nos permitir seguir com nossa vida. Aceitação não significa negar ou reprimir, mas é uma profunda sabedoria em perceber que nada mais pode ser feito. Tudo o que podemos fazer é, para o que quer que tenha acontecido, tomar a lição e progredir para o futuro.


Humildade e Autoridade

Quando temos auto-respeito, nossas palavras e ações expressam humildade. Algumas pessoas dizem que admiram a humildade, ainda que sintam que pessoas humildes podem se tornar capachos. Mas a verdadeira humildade indica autoridade e uma força suave. Isso é autoridade sobre si mesmo. Não é uma autoridade que impõe controle sobre os outros. A pessoa humilde fala com verdade, mas a sua autoridade não vai ferir o coração de outras pessoas. As pessoas vão admirar a dignidade e a autoconfiança de uma pessoa assim. O equilíbrio entre humildade e autoridade sobre si mesmo é a base de um  grande líder.


Satisfação e Ambição

Algumas pessoas nunca estão satisfeitas. Não importa o quanto tenham, sempre querem mais. É um tipo canceroso de falta de paz interior que nunca os permite ficarem quietos desfrutando o presente. Outros parecem não ter nenhuma motivação para melhorar em qualquer nível. Um dos presentes da prática de meditação está em descobrir uma consciência profunda de nosso eu espiritual e nosso relacionamento com Deus.

Isso diminui a ambição por reconhecimento e cria um sentimento de abundância e satisfação. Porém, até mesmo com essa satisfação interna, pode haver ainda a ambição para melhorar nossas próprias vidas e ajudar os outros. Contudo, essa não é uma ambição que busca a aprovação dos outros, mas vem de um interesse genuíno de benevolência.


Charles Hogg é Diretor dos Centros de Raja Yoga da Brahma Kumaris na Austrália.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

 Por Cris Nunes

O dia amanheceu frio, distante, como se eu não me encaixasse nele. Vontade de não sair da cama. Talvez mais fria que o dia de hoje está a minha alma. É uma tristeza profunda daquelas que carregamos de outras vidas. Mas confortável, como um defeito que sabemos que temos e que nos acostumamos com ele. Ela é companheira, não me abandona, sempre volta em momentos importantes de reflexão. Já faz parte de mim, sem ela eu não seria a mesma, não seria eu e nem mesmo seria tão feliz.


segunda-feira, 26 de julho de 2010

Receita para quebrar a acidez...

Por Cris Nunes

Há que se fazer transformar, verdadeiramente, o ácido que chega até nos em doce dentro de nós.
Não menos importante, devemos também nos ater ao ácido que temos e que devemos fazê-lo docura.
Para quebrar a acidez abuse de pitadas de amor e compaixão.


sexta-feira, 23 de julho de 2010

Mulheres, vamos nos desprogramar!!!

 Por Cris Nunes

Tem dias que acho tão cansativo ser mulher que me revolto e fico  por um tempo "menos mulherzinha".  É que fomos programadas a "ter que fazer" tantas coisas chatas que as vezes nos pegamos exaustas e fazendo todas elas. Mas nos esquecemos que é uma questão de escolha. Enfeitar, maquiar, fazer unha, usar salto, depilar, colocar brincos, anéis, pulseiras... aff, uma chatice! Que tal, para testar, pelo menos uns dois meses sem nada disso? Eu recomendo! Além de descansar cabeça, pele, unhas e pés, etc,  você ainda economiza horrores. Quer coisa mais insuportável do que arrumar uma mala de mulher? Chega a ser ridículo. São no mínimo 5 necessaires: 1 pra banho (sabonete para o corpo, sabonete para o rosto, shampoo, condicionador, máscara, creme para pentear, pente, fio dental, escova de dentes, cotonetes); outra pós banho (hidratante para corpo, rosto, área dos olhos, removedor de maquiagem, tônico, perfumes, protetor solar pra corpo e protetor pra rosto);  uma pra maquiagem (batons, base, pó, himel, blush, lápis, delineador, iluminador, pincéis, gloss, esqueci algo? Deus me livre!!) acho que o removedor ficou na bolsa errada; outra pra bijouterias (brincos, pulseiras, colares e anéis)   e, por fim, o kit escova secador, chapinha, xuxinha, tic-taks, piranha kkk que ocupam um espaço terrível. Ah, tem uma sacolinha com calcinhas, sutiãns e absorventes (noturno, interno, diário e normal) caso seja necessário e é bom levar um remédio pra cólica também e por favor não esqueça o da TPM. Onde vai caber roupa na mala? Boa pergunta. Fora isso, além da bolsa que você leva na viagem, É BOM (ai ai ai) levar uma outra bolsa de reserva, pois vai que outra não combina com a ocasião ou com todas as roupas? Imagina? Querem que eu descreva o ritual pra maquiar? Melhor não!  Deu preguiça de viajar né? Pois é, isso porque não descrevi a diversidade de sapatos, cintos e roupas que normalmente "temos" que levar. E não pensem que estou falando de uma mala de patricinha não. Isso é uma mala BÁSICA  de mulher "normal", acreditem. E se elas põem "o mínimo possível" na mala, imagina o que estas malucas têm em casa? O pior de tudo ainda está por vir... com todas estas chatices pra fazer ainda somos muito mais cobradas. Quer ver? Se falamos palavrão (o que seria bem adequado para a nossa desgastante rotina) soa mais feio; se fumamos, que não deixa de ser uma fuga e um relaxante (PS: odeio cigarro) também é bem mais feio, se somos desorganizadas (mesmo com muito mais coisinhas chatas pra arrumar), que horror  uma MULHER BAGUNCEIRA! Já ficou de salto pelo menos 1 hora em pé pra saber como é? Fio dental, o da bunda, já usou? A vontade é de falar palavrão mesmo (dos bem feios) e fumar um maço de cigarro pra quem gosta. Agora, pergunto a vocês, por que fazemos tudo isso? São tantas explicações, melhor nem tentar!! Que tal abrirmos um debate?
MULHERES, na minha opinião o importante é se sentir bem, cuidar de dentro pra fora, alimentar-se bem, praticar atividades físicas, ler um bom livro e isso refletirá no nosso exterior. Quer coisa mais chique que simplicidade? Sem muita informação, mas com estilo, tipo O SEU? Buscar a sua identidade, inclusive visual e fugir dos padrões consumistas da aparência, nos mantém mais próximas do que é mais importante: a essência. Encontrando a essência, a segurança de se sentir bem, independente de qualquer fator externo, torna-se charmoso e as vezes até irresistível. Ok?!

Agora me dêem licença que só tenho 5 horas pra arrumar a minha mala hahaha...  

quinta-feira, 15 de julho de 2010

O que se leva para a vida após uma longa corrida...

 Por Cris Nunes

A vida é engraçada, coisas inesperadas acontecem pra nos despertar, nos fazer refletir...
Quase sempre o que conquistamos nos leva a outros caminhos e valores diferentes da conquista “real”.
Inscrevi-me na Meia Maratona de Montes Claros pra tentar perder o medo de mim mesma, pra praticar a aceitação caso não conseguisse completar a prova, pra me superar e, no máximo, pra tentar chegar ao final, o que já seria muito.

Nunca havia corrido 21 km antes.

Quem gosta de competir, na verdade, sente medo por que gosta tanto de vencer que só pensa na tristeza que seria se isso não acontecesse. Mas naquele dia foi diferente. Eu não estava ali pra vencer, não me preparei. Claro que de vez em quando pensava - "vai que ganho", mas como não estava ali pra isso, relaxava em seguida. Minha única adversária seria a de sempre e que já estou muito bem acostumada com ela: EU. A meta era "somente" completar a prova.

 Após a largada percebi que a luta seria contra meus pensamentos mais do que qualquer outra coisa. Correr pra mim é hobby, sempre foi, faço por prazer. Mas, naquele dia não foi, não senti prazer. Sentia e pensava tantas coisas ao mesmo tempo que foi tenso, bastante tenso no início. Tive que falar o tempo todo a mim mesma que eu gostava daquilo, que eu dava conta, que seria legal, mas foi muito difícil me convencer. Senti vontade de parar por diversas vezes, algumas por preguiça, outras por pensar no que eu estava fazendo ali naquele sol escaldande correndo? A troco de que? Poderia estar na sombra, sentada, tomando uma água de côco.

          A cada pessoa que passava na minha frente desejava, sinceramente, de todo coração, boa sorte e força, pois sabia o quanto estava sendo difícil estar ali. Imaginei que pra todo mundo também não devia estar sendo fácil. As emoções, à flor da pele, pareciam contagiar os corredores, e num clima de "estamos no mesmo barco" todos seguiam com olhares, sorrisos, gestos e frases de incentivo. Emoção, foi o que senti em cada passo após esquecer da corrida em si e me ater às sensações. A prova se tornou uma metáfora. Aquilo já não era mais uma simples Meia Maratona, mas simbolizava a minha vida. E percebi que por mais que muitos queriam ganhar o prêmio, a superação era individual, não existia muita disputa com o outro. E nem poderia.

Como querer superar alguém que desconheço a história de vida, o preparo físico, o treinamento que fez, a predisposição genética, o espírito de superação, etc? Seria no mínimo leviano. Nos momentos de maior cansaço físico e, consequentemente mental, recebi manifestações tão carinhosas, que me deram força pra continuar e isso me fez querer incentivar os outros também. Como não remeter aquilo tudo à vida?

A verdade é que durante a corrida e diante de todas as intensas sensações, físicas, emocionais e psicológicas, passa um filme na nossa cabeça. Lembramos muito de tudo que já vivemos, das pessoas que amamos, todas as tristezas, vitórias e emoções por que passamos se afloram, vêm à tona. E cada passo que conseguimos dar se transforma em um pedacinho da vida que foi, e, os passos que vêm pela frente em pedacinhos da vida que vai ser.

Então já não existe mais vontade de desistir, e sim, muita vontade de conseguir chegar, de prosseguir. Tive certeza que para cada um, mesmo para os primeiros colocados, a experiência, as emoções e a lição final, que devem ser diferentes e bem particulares, valeriam muito mais do que o prêmio. Digo isso como amadora, talvez para profissionais nem tanto.

Na chegada, momento de maior emoção, o que me fez mais feliz não foi completar a prova, por incrível que pareça. Foi poder ver meus irmãos, me esperando e acreditando que eu chegaria; foi ver meus amigos e pessoas tão especiais no sol escaldante sorrindo e acenando pra mim. Sei que eles não foram esperando a vitória. Foram me ver.

E após completar uma prova de Meia Maratona, correndo 21 km por 2 horas, pude perceber o quanto é bom ter irmãos, amigos e bons sentimentos. Foi uma maravilhosa experiência que me fez dar muito mais valor a pequenos detalhes fundamentais: a importância de um sorriso, de uma palavra de incentivo, de vigiar os pensamentos SEMPRE, de valorizar as pessoas que amamos, de desejar o melhor a todos (o quanto isso faz bem!!) e que na vida o nosso maior adversário é a gente mesmo.

Muitas vezes precisamos de passar por momentos de intenso sofrimento, pra valorizarmos o que realmente deve ter valor.

Uma doença grave, a perda de uma pessoa especial, uma grande tragédia, são momentos de grandes emoções e de muitas reflexões.

Uma Meia Maratona não pode ser comparada a estas dificuldades acima citadas. Mas por tudo que senti durante a prova e por ter me levado a limites de todas as formas, ela também gerou reflexões e lições de vida valiosas...

A corrida pra mim resumiu o que devemos levar para nossas vidas...
Por maiores que sejam as dificuldades, tanto a trajetória quanto a chegada, valem muito a pena!! Certamente por que seremos pessoas bem melhores do que antes.

Recomendo a todos participarem pelo menos uma vez na vida de uma prova deste tipo... Vale muito a pena!!

                                             


segunda-feira, 21 de junho de 2010

Gostei!

"Os ganhos ou os danos dependem da perspectiva e possibilidades de quem vai tecendo a sua história. O mundo em si não tem sentido sem o nosso olhar que lhe atribui identidade, sem o nosso pensamento que lhe confere alguma ordem. Viver, como talvez morrer, é recriar-se: a vida não está aí apenas para ser suportada nem vivida, mas elaborada. Eventualmente reprogramada. Conscientemente executada. Muitas vezes, ousada. Mas não é preciso realizar nada de espetacular, nem desejar nada excepcional. Não é preciso nem mesmo ser brilhante, importante, admirado. Para viver de verdade, pensando e repensando a existência, para que ela valha a pena, é preciso ser amado; e amar; e amar-se. Ter esperança; qualquer esperança. Questionar o que nos é imposto, sem rebeldias insensatas mas sem demasiada sensatez. Saborear o bom, mas aqui e ali enfrentar o ruim. Suportar sem se submeter, aceitar sem se humilhar, entregar-se sem renunciar a si mesmo e à possível dignidade. Sonhar, porque se desistimos disso apaga-se a última claridade e nada mais valerá a apena. Escapar, na liberdade do pensamento, desse espírito de manada que trabalha obstinadamente para nos enquadrar, seja lá no que for. E que o mínimo que a gente faça seja, a cada momento, o melhor que afinal se conseguiu fazer."

Autor desconhecido

terça-feira, 8 de junho de 2010

Uma Tal Mulher Moderna...

 Por Cris Nunes

Hoje em dia a mulher tem buscado superação. Mas parece que se esqueceu do foco. Superar o que? Superar quem? Superar em que? A auto-superação, a meu ver, parece ser benéfica e saudável. Mas a competição com os outros e, no caso da mulher moderna, a competição excessiva com os homens está levando as fêmeas a uma situação não muito favorável. Muito legal a evolução feminina como cidadã (até 1934 a mulher ainda não votava) hoje representa a maioria do eleitorado e já temos vereadoras, prefeitas, deputadas, governadoras e quem sabe uma presidenta ano que vem. No mercado de trabalho a conquista da mulher também deu um salto, ela ocupa hoje qualquer cargo em pé de igualdade. Na verdade o que faltava mesmo eram oportunidades e estas crescem a cada dia para as mulheres. Elas têm mostrado seu valor e seu potencial e têm representado estatisticamente a maioria em muitos setores importantes como as universidades. O grande problema não está nas conquistas, e sim nas perdas que estas conquistas trazem se não houver um equilíbrio ou uma compensação. A mulher moderna não deixou de ser dona de casa. Nem de ser a maior responsável pela educação dos filhos. Continua sendo a esposa cuidadosa e normalmente a base de equilíbrio do casal (traduzindo: a que engole mais sapos). A tal mulher "moderna" agora acumula funções e é desvalorizada por que não recebe adicional pelo acúmulo. Junto com a sobrecarga vêm stress, depressão e doenças de todos os tipos. O corpo não aguenta tantas obrigações e acaba se manifestando mesmo e pedindo SOCORRO! Agora vamos mudar de ângulo e analisar um tipo de homem moderno. Este, mesmo ganhando mais, divide as contas sem o menor constrangimento, outros aceitam que a mulher pague a conta sozinha, ligam a cobrar pra esposa, namorada. Será que o homem moderno tem dividido os serviços domésticos e a educação dos filhos, meio a meio, como divide as contas? E os que têm menor poder aquisitivo, estão sendo exímios donos de casa, cuidando de tudo enquanto a mulher trabalha? Vale lembrar que  ser mulher é bem mais caro. Tem salão, depilação, hidratação, maquiagem, sapatos, sandálias, bolsas, vestidos, saias, sutiãns, absorventes, cosméticos...,  além dos gastos que os homens também tem. Só o que a mulher gasta para sair linda vai custar mais do que a conta de uma saída inteira.  Bem, não estou aqui pra responder, estou aqui pra questionar, cutucar e levar homens e mulheres à reflexão. Não quero causar uma guerra dos sexos, ao contrário, quero paz e muito amor para os casais modernos. Nem quero que a mulher deixe de ser mãe, esposa e companheira. Quero apenas sugestões para solucionar as dificuldades de algumas MULHERES "modernas". Pois acredito que alguns homens "modernos" vão querer deixar tudo como está...


terça-feira, 25 de maio de 2010

.......

 Por Cris Nunes

O tempo passa e com ele muitas impressões se desfazem. Silêncio interno  pós turbulência. Algumas paradigmas quebrados junto com  rótulos criados. É como colocar óculos que te fazem enxergar diferente, como se tudo tivesse mudado de cor de repente. Sensação de leveza... Até surgirem novas impressões e novas "verdades". Talvez seja melhor viver, sentir e só depois pensar em pensar pra não pensar sem pensar...

terça-feira, 11 de maio de 2010

Conselhos Amorosos - Parte II

Por Cris Nunes


Acatando à sugestão da nossa querida seguidora  Giselle Divino, Gisa Baleia para os íntimos, e diante de várias conversas nos bares da vida sobre decepções amorosas e coisas do tipo, achamos por bem falar sobre a "decepção ortográfico-amorosa". Quem tem orkut conhece, existem comunidades tratando do tema.
Esta tal desilusão acontece quando você conhece a pessoa, acha  interessante, gente boa, mas após começar a utilizar da forma escrita como instrumento para se comunicar, vem a decepção. Um errinho aqui outro acolá ainda vai, algumas abreviações para economizar letra, também. Mas erro mesmo, de ortografia feio, é grave e desanima qualquer cristão.  Querem uma sugestão? Quando ligarem o computador a segunda página que devem abrir depois do Orkut rs é a de um dicionário virtual, ok?! Não confie no seu bom gosto, a gente às vezes erra no gosto mesmo. Não vá pela escrita mais bonita. Na mínima dúvida SEMPRE consulte um dicionário antes de escrever, pelamor!! Conseguir resgatar o seu "valor" depois de um menas, um seje, um quizer rs enfim... cruzes!! Vai ser difícil. Não corra este risco!!

sexta-feira, 23 de abril de 2010


 Por Cris Nunes
 
Mudanças... Nada é como antes, as mesmas coisas, superficialmente, parecem sempre as mesmas, mas não são. Não somos os mesmos. Contínuas mudanças. Basta um ano, um mês, um dia, um estalo. Isso é bom. Isso também é ruim. Ou apenas o é? Melhor assim, sem julgar. O bom e o ruim, afinal,  dependem do ângulo, do expectador, do protagonista. Tudo é indefinível. Até o imóvel se transforma, basta a mudança de quem o vê, de quem o sente. E esta é certa. Metamorfose. Pra cada dia um vigor, uma alma, um anseio. As vezes queremos paz, as vezes devaneio. Sempre querendo, mas sempre mudando o querer e o jeito de querer. Definições tornam-se enfadonhas frente às mudanças. Um pai não é o mesmo pai para cada filho, uma fruta não é a mesma fruta para cada boca, para cada época, para cada estação. Por que querermos ser os mesmos sempre? A verdade é que não somos. Em cada instante, em cada olhar, para cada energia, para cada momento um despertar diferente e as manifestações igualmente singulares. E isso é o que torna mais belo o viver.

terça-feira, 13 de abril de 2010

quarta-feira, 7 de abril de 2010

Atacando de Conselheira Amorosa...

 Por Cris Nunes

Mulheres e Homens!!!!

Sugestões para após o primeiro encontro...
Esta serve para os dois:
NUNCA, e quando eu digo NUNCA é NUNCA meeesmo, dê toquinho a cobrar no(a) paquera... Sua mãe morreu? Mesmo assim não dê, vocês não têm intimidade ainda para ligar a cobrar nem em caso de morte. "Não dou toquinho a cobrar, mas quando não tenho crédito ligo do celular de um(a) amigo(a)"... não faça isso, dá na mesma, a sua fama só vai passar de pão duro pra pão duro e folgado(a). O que fazer então? Se não tem créditos, vá comprar, hora bolas! Se não tem dinheiro não ligue, é melhor, e ser um pouco difícil, na medida certa, é até bom. Quando conseguir, compre os créditos! Depois procure um bom plano de conta que garanto que gastará até menos.
Quando ligar....
Para os homens isso não tem muita regra, só precisam ter feeling pra saber o que é melhor com aquela menina (se for muito metida, uma ignoradinha de uns dois dias faz bem pra ela e pra você)... Os homens podem ligar até no outro dia mesmo. Se você ficou na sexta e não quer deixá-la dando sopa no restante do fim de semana, liga, as mulheres sempre gostam. Mas nada se excessos, ok? Se aguentar vale segurar um dia, ficar na mensagem, ver qual é a dela e só depois ligar.
Meninas, pra vocês, ligar no dia seguinte é proibido, viu? Infelizmente tenho que dizer isso... Muitos homens ainda são preconceituosos e machistas. Melhor segurarem a onda e, no máximo, se não estiverem aguentando mais, mandem uma mensagenzinha discreta, de leve, nada muito romântico ou grude demais.
Queridos portadores do cromossomo Y, esta é somente para vocês ( não preciso falar com as mulheres pois elas costumam ser mais educadas neste aspecto, talvez pelo cromossomo ser X, uma perninha a mais faz muuuita diferença rsrs)
Se ficaram com a menina mas não querem mais ficar ( isso é um direito de vocês), não vão mandar mensagem, certo? Não necessariamente... Caso ela lhe envie uma mensagem ou um recadinho no orkut, etc... Você como um cara educado que é deverá responder de maneira que ela perceba (sutilmente) que não está mais interessado nela, mas responda. Ela vai te respeitar muito mais e se bobear vai até fazer seu filme pra outras. Portanto, seja no mínimo inteligente e pense no futuro. Mulher detesta falta de consideração e de educação! E pra queimar o filme elas costumam ser melhores do que pra fazer hehehe!
Meninas e Meninos
Já no caso de encontrar na rua...
Se você beijou na boca da pessoa e não quer mais beijar, o mínimo que você tem obrigação de fazer é cumprimentá-la. Mas, se você quiser ser educado de verdade, converse um pouquinho com ela(e), afinal, se deu pra beijar que mal há em conversar? Pra finalizar a conversa é facílimo: " vou alí encontrar com minhas amigas(os)", " vou ao banheiro", "vou pegar bebida", "tô atrasada(o)"... etc, seja criativa(o)!
Mentir nesse caso é permitido, tudo pela delicadeza.
Diplomacia é sempre bem-vinda mesmo que pra isso uma mentirinha se faça necessária.
\

Segunda Chance

Quero uma segunda chance...
Eu mereço, você merece...
Você não me pegou em um dia bom
Que seja mais uma apenas
Mas que seja!
Todos merecemos uma segunda chance
Um dia é muito pouco para decidir pelo sim ou pelo não
Quero deixar em você boas lembranças...
De um beijo bom
De um abraço caloroso
De cuidado, de carinho e atenção
De respeito!
Quero deixar boas lembranças...
Quero uma segunda chance
De te mostrar quem sou e como sou
Que seja mais uma apenas
Mas que seja!
Eu mereço, você merece...
Quero deixar boas lembranças...

Can

terça-feira, 6 de abril de 2010

Que tal ser uma Pipoca??? Reflita...

PIPOCAS DA VIDA

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho para sempre. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo, fica do mesmo jeito a vida inteira.

São pessoas de uma mesmice e uma dureza assombrosa. Só que elas não percebem e acham que seu jeito de ser é o melhor jeito de ser. Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos: a dor.

Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, o pai, a mãe, perder o emprego ou ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão ou sofrimento cujas causas ignoramos.

Há sempre o recurso do remédio: apagar o fogo! Sem fogo o sofrimento diminui. Com isso, a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro cada vez mais quente, pensa que sua hora chegou: vai morrer.

Dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, ela não pode imaginar um destino diferente para si. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada para ela.

A pipoca não imagina aquilo de que ela é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo a grande transformação acontece: BUM!

E ela aparece como uma outra coisa completamente diferente, algo que ela mesma nunca havia sonhado. Bom, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar.

São como aquelas pessoas que, por mais que o fogo esquente, se recusam a mudar. Elas acham que não pode existir coisa mais maravilhosa do que o jeito delas serem.

A presunção e o medo são a dura casca do milho que não estoura. No entanto, o destino delas é triste, já que ficarão duras a vida inteira.

Não vão se transformar na flor branca, macia e nutritiva. Não vão dar alegria para ninguém.


Rubem Alves

Sobre a Importância do Mito para a Massa...


Por Cris Nunes
.....

Abrir mão da lógica mítica seria como abrir mão de Deus. O ser humano precisa do mito, precisa acreditar em algo que vá além do palpável, do visível. A lógica mítica é que conforta o homem e ao mesmo tempo o poda. É preciso crer em algo sobrenatural para que a ordem se estabeleça. O temor muitas vezes se sobrepõe ao amor para que o bem se mantenha. Seguir simplesmente o incontestável, como não fazer com os outros o que você não gostaria que fizessem com você, ser honesto, respeitar o próximo e conseqüentemente amá-lo é indiscutível, mas é humano, racional. Já o mítico tem o poder de encantar. A Bíblia aconselha amar ao próximo como a ti mesmo, que representa uma recomendação divina, e não humana, e por isso tem mais valor e será mais respeitada, pois também haverá o medo advindo da incerteza. O homem com suas artimanhas, no decorrer dos tempos, vem criando mitos para convencer e também para se defender, em alguns casos. Transformar o lógico em mítico, incrivelmente, é uma ótima forma de convencer.


Achei legal pra compartilhar com vocês...

"Temos a mania de achar que o amor é algo que se busca. Buscamos o amor nos bares, buscamos o amor na internet, buscamos o amor na parada de ônibus. Como num jogo de esconde-esconde, procuramos pelo amor que está oculto dentro das boates, nas salas de aula, nas platéias dos teatros.
Ele certamente está por ali, você quase pode sentir seu cheiro, precisa apenas descobri-lo e agarra-lo o mais rápido possível, pois só o amor constrói, só o amor salva, só o amor traz felicidade.
Há quem acredite que amor é medicamento. Pelo contrário. Se você está deprimido, histérico ou ansioso demais, o amor não se aproxima e, caso o faça, vai frustrar sua expectativa, porque o amor quer ser recebido com saúde e leveza, ele não suporta a idéia de ser ingerido de quatro em quatro horas, como um antibiótico para combater as bactérias da solidão e da falta de auto-estima.
Você já ouviu muitas vezes alguém dizer: "Quando eu menos esperava, quando eu havia desistido de procurar, o amor apareceu". Claro, o amor não é bobo, quer ser bem tratado, por isso escolhe as pessoas que, antes de tudo, tratam bem de si mesmas. O amor, ao contrário do que se pensa, não tem de vir antes de tudo.
Antes de estabilizar a carreira profissional, antes de fazer amigos, de viajar pelo mundo, de curtir a vida. Ele não é uma garantia de que, a partir de seu surgimento, tudo o mais dará certo. Queremos o amor como pré-requisito para o sucesso nos outros setores, quando, na verdade, o amor espera primeiro você ser feliz para só então surgir, sem máscara e sem fantasia. É esta a condição. É pegar ou largar.
Para quem acha que isso é chantagem, arrisco-me a sair em defesa do amor: ser feliz é uma exigência razoável, e não é tarefa tão complicada. Felizes são aqueles que aprendem a administrar seus conflitos, que aceitam suas oscilações de humor, que dão o melhor de si e não se auto-flagelam por causa dos erros que cometem.
Felicidade é serenidade. Não tem nada a ver com piscinas, carros e muito menos com príncipes encantados. O amor é prêmio para quem relaxa. As pessoas ficam procurando o amor como solução para todos os seus problemas quando, na realidade, o amor é a recompensa por você ter resolvido os seus problemas!"

                                                                                                       Autor desconhecido

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Aceite-se...


Por Cris Nunes

Nas minhas várias tentativas de me incluir entre os normais me frustrei. O carnaval não me atrai, as micaretas também não e isso incomodava.

Foi então que decidi ir a uma. E foi bingo! Tudo o que eu sentia por aquilo se aflorou. Nada contra diversão e festas, mas entre uma corda e outra existe uma diferença que me choca. Esquivando-se das meninas e meninos desesperados para “curtir ao máximo”, com seus abadás, tênis e acessórios, passam crianças descalças e sem camisa catando latinhas vazias de um ilusório líquido “cheio de felicidade” (não me interpretem mal, beber é muito bom). Mais à margem, e esta em todos os sentidos, pais de família seguram as cordas. Senhoras e senhores provedores que levam pancadas e palavrões por 20% do que os jovens normais normalmente gastam em uma noite...

E, na busca pela minha inclusão, continuo e vou a um show de Chiclete com Banana (nada contra eles, por favor). Todos parecem amar aquilo tudo e entre uma letra e outra me frustro novamente tentando entender o motivo de tanta paixão. Será que sou insensível? Deus realmente terá que me perdoar por não ser chicleteiro...

Então, tento me apaixonar pelo futebol, aí me transformo em um ET. O que move parte significativa do futebol é podre. Não existe amor, tudo por dinheiro. Enquanto isso, torcedores brigam, se machucam, gastam e sofrem por uma farsa.

Furar fila, chegar sempre atrasado, não devolver o troco dado a mais, jogar lixo na rua, desperdiçar água... Tudo tão normal! Será normal ou comum? Penso que comum. Não pode ser normal.

Respeitando as diferenças e diversidades de gostos que representam a maravilha do ser humano, rendo-me às minhas esquisitices. E por não ser nem mais, nem menos, apenas aceito e encaro as minhas limitações.

Beijos!!

Vivendo, aprendendo e tentando botar em prática...

 Por Cristiane Nunes

Quando nos apaixonamos por alguém, quase sempre, além da indiscutível química, nos sentimos atraídos pelo modo de viver, de agir, de pensar, ou seja, por quem a pessoa realmente é.  A partir daí, quando um laço se inicia,  acontece uma luta inconsciente para que a pessoa deixe de ser tudo o que anteriormente apresentava como atrativo. Parou de correr, de sair com os amigos, de cumprimentar aquela pessoa que seu namorado(a) "cismou", não usa mais aquela roupa, não emite mais opiniões que contrariem o "casal" ( mas quem é o casal mesmo?) e por aí vai...
Chego a pensar que boa parte dos relacionamentos de hoje são alienados. Uma desastrosa busca por se tornar "um só" mata os dois.  A infelicidade aparece sem saber de onde veio.

"Hoje mais do que nunca somos dois, a nossa liberdade é o que nos prende...", tão bem cantado na música de J' Quest não vem sendo seguido. Não quero fazer apologia à solidão, pois acredito em cumplicidade, amor e em relacionamentos saudáveis. Trata-se de um alerta,  pois não existem manuais ou receitas.
Por isso, cuide-se, respeite-se e ame-se antes de tentar fazer isso com alguém.

Beijos a todos!!